SCP-096-PT:Boitatá e seu show de incêndios.

Item nº: SCP-096-PT

Classe do Objeto: Keter

Procedimentos Especiais de Contenção: Todas as instâncias de SCP-096-PT devem ser contidas em uma área de 6,49 quilômetros quadrados florestal no norte de Bogotá,Colômbia. A área florestal deve ser cercada com arame farpado equipado com eletrocutores ativos em todo o momento.

Guardas devem estar há um raio de 104 metros de distância da área contendo SCP-096-PT afim de evitar a invasão de qualquer pessoal não autorizado.

Câmeras devem ser instaladas através de drones em cogumelos de SCP-096-PT afim de tornar mais fácil a detecção de seres vivos além de SCP-096-PT-1 na mesma.

Caso qualquer ser vivo além de SCP-096-PT-1 seja detectado em SCP-096-PT,uma evacuação completa deve ser realizada imediatamente pelo pessoal próximo à SCP-096-PT.

Descrição: SCP-096-PT é a designação para uma floresta que foi catalogada no ano de 1998 pela fundação,na Colômbia. SCP-096-PT apresenta um solo de temperatura extremamente quente em todos os momentos. A temperatura ambiente de SCP-096-PT nunca se alterou desde sua descoberta,estando fixa nos 48 graus celsius. O motivo de tal propriedade ainda é desconhecido. Desde sua descoberta,apenas a espécie de árvore Hippomane mancinella foi encontrada em SCP-096-PT.

Seres vivos,com exceção de SCP-096-PT-1,que adentram SCP-096-PT possuem uma porcentagem inicial de 51% de chance de sofrerem de combustão espontânea. Tal porcentagem tende a crescer a cada minuto que o ser vivo passa dentro de SCP-096-PT. Uma vez que esse efeito se inicia no ser vivo,não há meio de cessá-lo. Caso o ser vivo faleça antes de sofrer a combustão espontânea,a combustão espontânea acontecerá em seu corpo logo em seguida após sua morte.

Pesquisas relacionadas à extensão do incêndio que a combustão espontânea pode causar chegaram em uma conclusão de cerca de 2 milhões de quilômetros quadrados.

Atualmente,pesquisas estão sendo feitas afim de verificarem uma possível relação entre SCP-096-PT e SCP-081.

SCP-096-PT abriga apenas uma espécie de animal em si,reconhecida como sendo uma Titanoboa cerrejonensis. Tal espécie recebe a identificação de SCP-096-PT-1.

SCP-096-PT-1 possui uma coloração amarelada e um tamanho estimado em 14,5 metros de comprimento. SCP-096-PT-1 não se alimenta em nenhuma ocasião,uma vez que se apresenta inativa na maior parte do momento,despertando apenas quando qualquer ser vivo adentra em uma área de 88 quilômetros de SCP-096-PT-1.

Quando qualquer ser vivo se encontra nesse raio,denominado "área vermelha",SCP-096-PT-1 desperta e inicia um processo interno dentro de si. SCP-096-PT-1 começa a aglomerar os ossos de seu esqueleto enquanto os decompõe internamente. À medida que faz isso,SCP-096-PT-1 projeta uma espécie de faísca simultaneamente dentro de si. Quando SCP-096-PT-1 torna seus ossos semi-decompostos e extrai completamente o fósforo deles,ela projeta a faísca em direção à seus ossos semi-decompostos,causando o surgimento de enorme chamas ao redor do corpo de SCP-096-PT-1.

SCP-096-PT-1 começará a espalhar suas chamas por SCP-096-PT. As chamas de SCP-096-PT-1 irão se expandir constantemente até que o ser vivo saia da área vermelha. O limite que essas chamas podem chegar ainda é desconhecido.

SCP-096-PT-1 não apresenta nenhum dano físico quando as chamas estão rodeando seu corpo.

Caso o ser vivo sofra de combustão espontânea antes de sair da área vermelha,as chamas se espalharão por um tempo indeterminado.

Pesquisas atuais acerca dos motivos de SCP-096-PT-1 querer que o ser vivo saia da área vermelha estão sendo feitas. Hipóteses mais recentes indicam que pode ser um mecanismo de defesa afim de proteger SCP-096-PT. Tal hipótese ainda está sendo analisada.